Em protesto, moradores do bairro Jupiá fecham via de acesso
Moradores não aceitam mais dialogar com a Prefeitura sobre a via esburacada e alegam que as ações paliativas não tiveram surtido nenhum efeito.
Os moradores do bairro Jupiá realizam desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (22) uma manifestação para melhorias nas vias de acesso ao local, alegando que não aceitam mais dialogar com a Prefeitura, pois as ações paliativas não surtiram efeito.
Segundo informações, os manifestantes estariam aguardando representantes das Empresas Fibria, Gargil e TJS para negociar uma solução definitiva para a Rodovia.
Eles estão irredutíveis e prometem permanecer o tempo necessário no local caso nenhum representante ou Comissão das Empresas não negociarem com os moradores. A PM (Polícia Militar) está no local tentando negociar com os manifestantes e até o momento não tiveram êxito.
Uma moradora que não quis se identificar, afirma que a Prefeitura não tem de ficar concertando vias apenas para tais empresas, “essas empresas precisam dar sua contrapartida também. A via de responsabilidade do município é de responsabilidade do município, mas quem está causando este transtorno? Quem está prejudicando a via? São essas empresas, que lucram, elas têm que dar sua contrapartida sim, são os caminhões delas que estão acabando com o asfalto da Egídio Thomé e da avenida ponta Porã. A Prefeitura inclusive chegou a instalar placas ali na avenida Ponta Porã, proibindo a permanência de caminhões dessas empresas ali, porque elas estão acabando com o asfalto da cidade. Já passou da hora de elas manterem a via em boas condições”, afirma.
“São 8:03 e daqui a pouco nós falaremos de novo com o Secretário de Infraestrutura que irá falar sobre obras de asfalto e recapeamento aqui na cidade”, conclui a moradora.
Até o fechamento desta matéria, não foram obtidas outras informações sobre o posicionamento das empresas. A reportagem tentou contato com a Cargill, que se comprometeu a enviar uma nota sobre a manifestação.
Fonte:hojemais